Ao completar 18 anos, o Estatuto da Criança e do Adolescente chega a “maioridade” com avanços nas áreas de saúde e educação. O índice de mortalidade infantil caiu e há mais alunos freqüentando as escolas.
Mas o que se discute agora é a qualidade do ensino em colégios públicos e particulares; a questão das drogas, que não fazem distinção de raça ou classe social e atingem crianças e adolescentes.
Famílias que não têm capacidade de gerar renda incentivam os filhos a entrarem no universo do trabalho para ajudar nas despesas básicas da casa. Segundo dados do PNAD 2006, na faixa entre os 5 e 15 anos de idade, são quase três milhões de crianças trabalhando.
Aquelas que não estão na lavoura ou vendendo produtos nos semáforos das grandes cidades são aliciadas para a exploração sexual.
A reportagem ultrapassa os muros da antiga Febem e conta a história de vida dos jovens que tiveram a infância roubada. Além de educação, saúde, convivência familiar e afeto, a criança tem direito a brincar e se divertir.
Acompanhe na série de reportagens especiais “Maioridade do ECA”, a partir da próxima segunda-feira, os projetos que deram certo e os desafios para as futuras gerações.